sábado, 25 de junho de 2011


Paralelos nossos destinos seguem de mãos dadas. E o que fazer com esse medo que teima em nos encontrar na estrada? Seguremo-nos as mãos com mais força ainda, não para que o medo vá embora, mas para que não se acabe a minha rima...

4 comentários:

  1. No aperto das duas mãos dum casal caminhando, decididos, é um só corpo ao todo, com dois braços, que os próprios dedos e palmas se juntam, na intenção, no desejo e na perseverança, unificando.

    ResponderExcluir
  2. Que ótimo vê-lo aqui, Edu.
    É uma honra.

    ResponderExcluir
  3. O poeta pode até seu amor, mas perder a rima jamais!

    Abraço,

    ResponderExcluir
  4. Pois é... "Perder a rima jamais!!"
    Que bom vê-la aqui.

    Abraço.

    ResponderExcluir