Não sou poeta, apenas amante da poesia... Essas palavras que sempre arracam sorrisos de nossos lábios e,
por vezes, lágrimas de nossos olhos...
sábado, 25 de junho de 2011
Paralelos nossos destinos seguem de mãos dadas. E o que fazer com esse medo que teima em nos encontrar na estrada? Seguremo-nos as mãos com mais força ainda, não para que o medo vá embora, mas para que não se acabe a minha rima...
No aperto das duas mãos dum casal caminhando, decididos, é um só corpo ao todo, com dois braços, que os próprios dedos e palmas se juntam, na intenção, no desejo e na perseverança, unificando.
No aperto das duas mãos dum casal caminhando, decididos, é um só corpo ao todo, com dois braços, que os próprios dedos e palmas se juntam, na intenção, no desejo e na perseverança, unificando.
ResponderExcluirQue ótimo vê-lo aqui, Edu.
ResponderExcluirÉ uma honra.
O poeta pode até seu amor, mas perder a rima jamais!
ResponderExcluirAbraço,
Pois é... "Perder a rima jamais!!"
ResponderExcluirQue bom vê-la aqui.
Abraço.